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Drones mapeiam possíveis criadouros do Aedes em 29 bairros de Uberaba

Operação ajuda a direcionar visitas dos agentes de endemias. Veja o que o levantamento identifica e quais cuidados manter em casa antes das chuvas.

Por Redação Notícias do Mineiro · Publicado em 20 de outubro de 2026

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Conteúdo preparado com auxílio de inteligência artificial e sujeito à revisão editorial humana.
Imagem ilustrativa: drone com câmera voa diante de céu azul com nuvens. A foto não retrata a operação realizada em Uberaba.
Crédito: Powie / Pixabay (Pixabay License)

Uberaba, no Triângulo Mineiro, recebeu uma operação com drones para localizar possíveis criadouros do Aedes aegypti em 29 bairros e regiões. As imagens ajudam a indicar onde os agentes de combate às endemias precisam verificar riscos e orientar moradores. Para quem vive na cidade, o cuidado continua sendo eliminar água parada e manter os reservatórios vedados, sem esperar uma visita da equipe.

O levantamento integra o VigiDrones, programa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Em comunicado de 19 de outubro, a pasta informou o mapeamento de aproximadamente 7 mil hectares. O mosquito pode transmitir dengue, zika e chikungunya, e a iniciativa faz parte da preparação para a temporada de arboviroses de 2026/2027.

O que as imagens mostram

Os sobrevoos procuram situações como piscinas sem manutenção, caixas-d’água abertas, água acumulada em lajes e materiais descartados. As imagens e os relatórios são organizados para apoiar os gestores e direcionar o trabalho de campo. Um ponto visto do alto como suspeito precisa ser verificado; a fotografia, sozinha, não confirma larvas nem uma pessoa doente.

A SES-MG situa a operação entre 13 e 17 de outubro e informa três dias de captação de imagens. O anúncio anterior da Prefeitura, publicado em 9 de outubro, previa atividades de 13 a 16. Os comunicados apresentam, portanto, janelas diferentes; ambos confirmam o trabalho em 29 bairros e regiões. Não foi divulgado nesses textos um balanço final de criadouros eliminados nesta etapa.

Como as imagens orientam as visitas

A Prefeitura explica que, depois do processamento das imagens, os agentes visitarão os imóveis apontados para conferir a situação, orientar os moradores e adotar as medidas necessárias. Esse fluxo mostra o papel complementar da tecnologia: ela ajuda a localizar lugares de difícil acesso e a organizar a fiscalização presencial.

Entre as áreas relacionadas pelo município estão Abadia, Centro, Alfredo Freire, Boa Vista, Fabrício, Morumbi, Ponte Alta e Valim de Melo. A lista completa está no comunicado municipal, indicado nas fontes ao fim desta matéria. A inclusão de um bairro no planejamento não significa que todos os seus imóveis tenham criadouros.

A ação noticiada é de Uberaba. As fontes consultadas não permitem afirmar que esse mesmo levantamento tenha sido feito em Planura, nem anunciar uma data de visita para cada endereço. Também não há base nesses comunicados para atribuir à operação uma redução já medida dos casos de dengue.

Uma checagem semanal dentro de casa

O Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz, recomenda reservar dez minutos por semana para procurar e eliminar criadouros. A frequência tem uma razão: o desenvolvimento do mosquito, do ovo à fase adulta, pode levar de sete a dez dias. A proposta é transformar a revisão do imóvel em rotina, em vez de fazer uma limpeza isolada.

Na prática, as orientações do Ministério da Saúde incluem:

  • Retirar recipientes que possam guardar água no quintal e em outras áreas do imóvel.
  • Manter caixas-d’água e demais reservatórios fechados de forma adequada.
  • Desobstruir calhas, lajes e ralos onde a água possa se acumular.
  • Usar telas nas janelas e proteção contra picadas, conforme as orientações de uso de cada produto.

Ao usar repelente, siga as instruções do fabricante sobre idade e frequência de aplicação. Não improvise produtos ou concentrações. A orientação oficial também destaca que o Aedes costuma picar durante o dia, por isso a proteção não se limita ao horário de dormir.

Prevenção antes e depois da chuva

A retirada de recipientes e a vedação de reservatórios ajudam a reduzir os lugares disponíveis para a reprodução do mosquito. Essas medidas devem acompanhar o serviço público de vigilância. O drone apoia a busca; o cuidado com a água acumulada continua no cotidiano de cada imóvel.

Para outros riscos do período chuvoso, o Notícias do Mineiro também publicou orientações sobre fios caídos e alagamentos. São cuidados diferentes, que podem ser incorporados à preparação da família para os temporais.

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